A violência nos estádios de futebol: Uma análise dos pontos de vista intrínseco e extrínseco

Introdução

    O futebol como desporto é considerado por muitos a grande paixão popular e caracterizado pela crítica desportiva como o maior fenômeno social dos últimos anos. Essa afirmação é fácil de ser observada ao se analisar o amor que os torcedores têm pelo seu clube.

    Porém, há certo tempo que uma inquietação vem incomodando o dia -a- dia de todo torcedor apaixonado por futebol: o caso da violência presente cada dia mais nos estádios. Esse fato tem afastado o torcedor do estádio, que vem optando por, várias vezes, assistir aos jogos em casa, diante do conforto e, principalmente, distante da violência.

    Não resta a menor dúvida de que o futebol é um esporte em que ocorre muito contato, muitas vezes até de forma bem agressiva, que pode acabar acarretando em agressividade física, o que caracteriza, dessa forma, o futebol como um esporte violento. O futebol como meio de expressão de identidades nacionais ou locais tornou-se tema comum de ensaio e pesquisa no que se refere à canalização de algumas formas de agressividade que têm ocorrido num jogo de futebol não precisamente dentro do campo, mas em todo o estádio, sobretudo nas arquibancadas, o que, de certa maneira, está imbuído no contexto desse esporte. Nessa perspectiva, várias foram as reflexões sobre a interferência da violência registrada no ambiente futebolístico, tomando-se como referência as aqui citadas.

    Nas análises de Paim e Strez1, no momento em que uma pessoa participa de uma torcida organizada, ela está sendo constituída de situações de expansão de várias emoções, muitas vezes reprimidas pelo meio social do cotidiano. Desta forma, é diante da torcida que essa pessoa demonstra sua identidade e começa a manifestar e agir de maneira que não faria isoladamente, colocando para fora todo sentimento de impotência e frustração pessoal, que foram diluídas no coletivo das arquibancadas.

    Sobre esse aspecto, Filho2 observou que, tomado como manifestação cultural, o futebol apresenta dimensões positivas ligadas ao espetáculo e à motivação e alegria de várias pessoas. Porém, esse autor relatou que o futebol também tem trazido a violência, em que parte integrante dos noticiários esportivos vem mostrando que, tanto no campo, entre os jogadores, quanto na arquibancada, entre os torcedores, vem ocorrendo um índice muito alto de violência.

    Uma das formas mais cruéis de violência no futebol, presente tanto no campo quanto nas arquibancadas, é o racismo, que por sinal existe desde os primórdios do futebol, quando somente brancos e ricos aristocratas podiam praticar esse esporte.

    Dando ênfase a essa afirmação, Figueiredo3 relatou que, na década de 1920, o futebol era considerado esporte de elite, praticado somente pela classe dominante; negros e mestiços não poderiam sequer fazer parte dos quadros de jogadores de grandes clubes. Os atletas negros e mestiços participavam somente de alguns clubes do subúrbio, como o Vasco da Gama, que, segundo o citado autor, estava preparando sua equipe para desestabilizar a hegemonia das classes dominantes. Tal fato ocorreu em 1923, quando o Vasco disputava pela primeira vez o campeonato carioca da primeira divisão, sagrando-se campeão com uma equipe composta por jogadores negros, mulatos e brancos de origem humilde.

    Silva e Votre4 relataram que a mídia tem influência muito grande no caso do racismo. Segundo estes autores, toda vez que o Brasil não consegue obter sucessos em competições importantes, todos tendem a procurar um culpado para justificar a derrota, e geralmente, através da mídia, a culpa é atribuída a jogadores negros.

    Entretanto, para Leitão e Tubino5, a agressividade está presente em nossas vidas desde as origens do mundo e da nossa história. Acreditam que a violência constitui um componente essencial da vida humana e, ainda, está inscrita no coração do homem e no ser do mundo.

    Por sua vez, Daolio6 relatou que a violência exacerbada dos torcedores não poderia ser entendida de forma simplista, uma vez que está presente a manifestação de alguns marginais, pois segundo esse mesmo autor, é dessa forma que alguns jornalistas tratam o assunto. Ainda de acordo com esse autor, essa violência constitui a expressão da sociedade brasileira por muitas vezes reprimidas em outras ocasiões. Nesse sentido, eis a seguinte questão: o que vem acontecendo com a sociedade brasileira ultimamente que tem gerado tantas expressões de violência nos estádios de futebol?

    Dentro desse contexto, na busca de identificar e analisar os motivos que estejam contribuindo para a situação do florescimento da violência, Machado7 relatou que para alguns estudiosos são instintivas as tendências agressivas. Já para outros a agressividade é resultante de determinada situação, em que a reação agressiva ocorre em relação à frustração e diante de uma tentativa de vencer obstáculos na busca do prazer. Ainda segundo esse autor, a violência que vem acontecendo nos meios esportivos acaba atingindo a popularidade do esporte. Dessa forma, quando há um torcedor se expressando de forma ilimitável, toda a sua agressividade acumulada pode ter sido originada não da situação do jogo, mas, sim, do meio social.

    Perrusi8 analisou a agressividade por dois meios: violência no esporte ou violência do esporte. Para ele, se há “violência do esporte”, seria alegar que a violência é intrínseca, ou seja, seria constituinte do conteúdo esportivo do próprio futebol, mas se há “violência no esporte”, o motivo seria extrínseco, de fora para dentro, trazido de outro meio, seja por crise econômica, seja por racismo ou qualquer outra coisa.

    São apresentadas neste artigo várias causas da violência, umas relacionadas do ponto de vista intrínseco, e do ponto de vista extrínseco, além do posicionamento de vários estudiosos que buscam, através de suas publicações orientar a população e autoridades sobre o assunto.

A violência do ponto de vista intrínseco

    Não existem muitas evidências mostrando que a violência ocorre do próprio futebol, uma vez que os jogadores são submetidos a uma série de regras e normas que, quando infringidas, podem ser severamente punidas pelas instituições que regem o futebol.

    Neste artigo, porém são mostrados alguns casos de violência que já ocorreram dentro do futebol, envolvendo jogadores, arbitragem e até a própria comissão técnica da equipe envolvida no jogo.

    No dia 14 de abril de 2005, durante o jogo entre São Paulo e Quilmes ocorreu um episódio muito triste envolvendo o atacante Grafite, do São Paulo, e Desábato, do time argentino. Silva9 relatou que o episódio teve seu início após uma “entrada” forte do Grafite em Arano. Logo em seguida, o jogador Desábato aproximou-se do brasileiro e proferiu várias palavras de cunho racista. Após o término do jogo, o atacante Grafite denunciou Desábato para a polícia, que em seguida deu voz de prisão para o argentino, dizendo: “Ninguém está inventando nada. Tudo isso está previsto na Lei. Isso pode servir de exemplo não só para o futebol, mas para todo o mundo, afirmou o delegado Oswaldo Gonçalves, responsável pela prisão do jogador” (O Estadão, SP, 14/04/2005).

    Para Werthein10, o futebol, além de mobilizador das massas, é modelador de comportamentos e formador de opinião. Nesse sentido, esse autor relatou que é inconcebível o que aconteceu na final do Campeonato Carioca de 2004, quando jogadores, técnicos, dirigentes e árbitros se agrediram fisicamente, além de outros profissionais, que proporcionaram cenas que desprezavam praticamente todas as regras de convívio e tolerância, provocando uma situação de “guerra urbana” vivida no cotidiano pelo povo brasileiro. Isso somado ao fato de que o jogo estava sido visto por milhares de pessoas pela televisão e por 80 mil torcedores que estavam no estádio, e os torcedores são, sobretudo, apreciadores do futebol como um esporte relacionado à arte, à cidadania e à construção de uma cultura para a paz. Esse mesmo autor relatou, ainda, que tais torcedores deveriam exigir que seus ídolos passassem a adotar uma conduta de tolerância, cooperação e responsabilidade em campo para que, dessa forma, o Brasil possa resgatar a beleza de arte pela qual o país seja elogiado e respeitado por todo o mundo.

    Sobre esse aspecto, na opinião de Leitão e Tubino5, devido à violência que tem sido exercida pelos jogadores de futebol, muitas vezes a técnica e a tática desportiva acabam sendo desprezadas. Com isso, o interesse pela agressividade é bastante sintomático. Para esses autores, a exigência não sobressai na técnica, ela gravita na possibilidade da fuga da realidade. Assim, à medida que as agressões vêm ocorrendo, os torcedores acabam liberando seus impulsos.

    Não resta dúvida de que existem vários outros casos de violência envolvendo jogadores, dirigentes e comissão técnica que exemplificam a violência no futebol do ponto de vista intrínseco. Porém, recentemente, um fato chamou a atenção em todo o mundo, durante uma partida envolvendo Sport (PE) e América (RN) pelo Campeonato Brasileiro, no dia 17 de junho de 2007, quando o técnico americano Lori Sandri saiu de campo algemado por desacato a autoridade. Fato como esse, mostra que cabe não só aos jogadores, mas principalmente a todos os profissionais militantes no futebol, entenderem melhor o significado da palavra respeito.

A violência do ponto de vista extrínseco

    É sabido de que um dos principais fatores que contribuem para a violência no futebol seria a presença das torcidas organizadas, que muitas vezes vão ao estádio para protagonizar cenas de violência, em vez de apoiarem seu clube a sair vitorioso da partida. Esses torcedores são identificados pela sociedade como vândalos, que provocam momentos de terror em todos os expectadores que vão ao estádio para apoiarem seu clube de coração.

    Em seus estudos, Pimenta11 relatou que a mudança de comportamento do torcedor nas arquibancadas modificou-se consideravelmente dos anos de 1980 pra cá. Para esse autor, isso aconteceu devido ao surgimento de configurações organizativas com característica burocrática/militar, fenômeno esse essencialmente urbano, que criou uma nova categoria de torcedor, ou seja, “torcedor organizado”.

    Outro fator que vem contribuindo para a ascensão da violência nas arquibancadas seriam os meios de comunicação, devido ao grande sensacionalismo com que vinculam suas informações e produzem a impressão de o fato ter proporções muito maiores do que realmente aconteceu.

    Em sua pesquisa, Rech12 relatou a existência de outro exemplo de agressividade: os comportamentos por toda a cidade para comemorar vitórias em campeonatos e torcedores acabam jogando objetos em atletas e árbitros, além de ser encontradas armas em jogos de futebol que pertenciam as torcidas organizadas. Fatos como esses acabam comprometendo o espetáculo e, ainda, colocando em risco a vida de muitas pessoas.

    Nos estudos de Perrusi8 foram encontradas três posições teóricas que definem o futebol como uma instituição que sublima a violência, através da própria violência simbólica, afirmando que o futebol seria uma “guerra feita por outros meios” e, ainda, teorias que continuam a tradição da psicologia social de criminólogos e psiquiatras do final do séc XIX, que julgam o futebol como degradação social, em que os torcedores seriam vistos como uma “horda” primitiva, anárquica e caótica, sendo toda violência possível e temida.

    A primeira posição teórica é de que o futebol é “pão e circo” e significa nesse sentido, “apaziguamento das massas”. Segundo aquele autor o futebol enquanto “pão e circo” seria uma espécie de ópio que iria anestesiar os torcedores, desviando-os, assim, das mazelas cotidianas e de uma conscientização política da realidade. Dessa forma, o futebol iria produzir uma “despolitização” das massas, fazendo, assim, parte do aparato simbólico de dominação das “classes dominantes”. Enquanto “pão e circo”, o futebol iria fazer parte das várias formas de “violência simbólica” que alienam todos os torcedores.

    A segunda posição teórica relatada pelo citado autor seria a teoria da catarse, que foi identificada como a teoria de “purificação” ou de “sublimação” de algumas potencialidades humanas, a exemplo, a violência. Aquele mesmo autor relatou que existem várias teorias que se nutrem do paradigma da teoria da catarse. Dessa forma, foram divididos em dois grupos principais: as teorias “terapêuticas” da catarse e as teorias “perpetuadoras” da catarse. No primeiro caso, as teorias “terapêuticas” seriam otimistas, o que implica que o torcedor sairia do jogo, pelo menos durante certo período, sublimado da violência, enquanto as teorias “perpetuadoras” seriam pessimistas, pois não seria garantido que o torcedor sairia do jogo purificado da violência, sendo o mínimo que se garanta a realização simbólica da violência potencial ou real do torcedor. Tenta-se prevenir, dessa forma, o risco da explosão concreta da violência, o que poderia colocar em risco o meio social.

    A terceira posição teórica citada pelo mencionado autor é considerada a mais preconceituosa em relação ao futebol e atualmente a mais popular talvez pelo recrudescimento em relação aos estádios. Essa posição teórica é conhecida como “demonização” da multidão. Seria como se o indivíduo, por estar na multidão, perdesse sua individualidade e sua identidade, pois seria vítima de uma fusão entre sua personalidade e os torcedores. O resultado desse processo é aterrador: o indivíduo perde sua razão, afasta da “civilização” e acaba se inundando de “instintos básicos”, principalmente os mais pavorosos, a começar pela violência. Sociologicamente, segundo Perrusi8 “a multidão horda ensandecida” seria uma interpretação de tipo irracional da ação coletiva. Ainda que se possam conceber determinadas ações coletivas irracionais, quase sempre tal ação é coletiva, até mesmo quando termina a violência.

    Outro fator que vem preocupando a todos da sociedade é que a grande parte de “torcedores” envolvidos em brigas e agressões nos estádios de futebol é de adolescentes, e isso mostra que a escola junto aos pais tem sua importância para amenizar o índice de violência nos estádios, uma vez que cabe também aos nossos governantes se conscientizarem do seu papel, melhorando a infra-estrutura dos estádios, reforçando a segurança e punindo os vândalos que vão ao estádio para provocar momentos de terror entre vários torcedores apaixonados pelo futebol, entre outras medidas cabíveis.

    Pimenta11 relatou que as causas da violência não podem ser atribuídas exclusivamente às questões sociais ou a fatores estritamente econômicos. Esse autor ressaltou que, na composição das torcidas organizadas, existem uma pluralidade de “agentes” que assumem diversos papéis na sociedade, como: estudantes, pais de família, mulheres e jovens, além de pessoas que respondem aos processos criminais e viciados em drogas.

    Todo ser humano é movido pela emoção, e essa paixão do povo brasileiro pelo futebol acaba acarretando uma explosão de alegria e, ou, tristeza, dependendo do resultado da partida e, a forma de expressar seus sentimentos tem sido, principalmente pelas torcidas organizadas, a agressão física à torcida adversária e até mesmo ao torcedor do mesmo clube, fato esse também muito observado nos jogos de futebol.

    Pimenta11 relatou quais seriam as principais causas da violência entre as torcidas organizadas. A saber: má distribuição de renda; exploração dos dirigentes esportivos e líderes de torcida; efeitos da criminalidade; ausência, nos jovens de expectativas de futuro; ausência do Estado, enquanto mentor de políticas públicas de formação social; efeitos da pobreza; entre outros.

    A violência nos estádios de futebol, deveria ser tratada com mais responsabilidade pelas autoridades, uma vez que o futebol é o esporte mais praticado pela sociedade brasileira e considerado, por todo o mundo, como um grande espetáculo desportivo, sendo o Brasil conhecido, inclusive, como o país do futebol. A conscientização das autoridades sobre a gravidade do assunto seria o primeiro passo para que os torcedores voltem a ter segurança nos estádios.

Conclusão

Diante dos artigos analisados, pôde-se constatar que infelizmente, nos dias atuais, estamos vivendo um verdadeiro retrocesso no que já foi chamado de futebol-arte. Uma vez que voltamos aos primórdios do futebol, quando, Charles Miller chegou da Inglaterra com as regras e o método de jogar. Naquela época, o futebol só poderia ser praticado pela elite aristocrata, pois quando negros e podres participavam de um jogo, eles poderiam levar pontapés que nada aconteceria, permitindo assim o uso da agressão. Considerando, como fato concreto, que o futebol mobiliza multidões, é motivante, é uma paixão nacional, resgatar esse esporte como instrumento educativo é função da escola e, conseqüentemente, dos educadores. E, com certeza, a infância seria o melhor momento para que os verdadeiros valores da vida sejam identificados e valorizados por todos.

    A violência nos estádios de futebol, seja do ponto de vista intrínseco ou extrínseco passou a ser considerada um problema social, uma vez que tomou uma proporção tão grande e um grande incômodo aos interesses em torno do evento esportivo.

    O futebol brasileiro deve ser encarado com mais profissionalismo pelas suas instituições organizativas, uma vez que milhões de pessoas estão envolvidas e os jogadores, como protagonistas desse espetáculo devem ter a consciência de que exercem importância muito grande na vida de várias crianças, posto que são considerados ídolos e “espelho” para elas.

    Dentro do objetivo proposto neste artigo, pôde-se constatar que: tanto a violência do ponto de vista intrínseco quanto a do extrínseco estão presentes no futebol, porém a violência extrínseca, originada de fora para dentro e provocada principalmente pelas torcidas organizadas, vem causando preocupação maior, uma vez que a quantidade de pessoas envolvidas é muito grande, dificultando, inclusive, o trabalho da polícia e ferindo, ou até matando, pessoas inocentes.

    Não restam dúvidas de que a violência está caracterizada como parte intensa das camadas de toda a sociedade moderna e de que as causas políticas e sociais têm suas parcelas de culpa por tudo que vem ocorrendo nos estádios de futebol. Com isso, cabe às autoridades públicas e a toda a sociedade contribuirem para manter o controle dentro dos estádios e também proporcionar o deslocamento dos jovens torcedores para outros movimentos de lazer.

Referências

1.     PAIM, Maria Cristina Chimelo; STREY, Marlene Neves. Violência no contexto esportivo. Uma questão de gênero? Revista Digital, Educación Física y Deportes, Buenos Aires, v. 12, n. 108, maio 2007. Disponível em: http://www.efdeportes.com. Acesso em: 4 jun. 2007.

2.     FILHO, Nei Alberto Salles. Futebol e cultura da paz: jogando para a paz. Plano de aula, Paraná, ago 2004. Disponível em: http://www.novaescola.com.br. Acesso em: 12 maio 2005.

3.     FIGUEIREDO, Carlos. A linguagem racista no futebol brasileiro. In: CONGRESSO BRASILEIRO DA HISTÓRIA DO ESPORTE, LAZER E EDUCAÇÃO FÍSICA, 6.,1998, Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro, 1998. p.394-406.

4.     SILVA, Carlos Alberto Figueiredo da; VOTRE, Sebastião Josué. Metáforas da discriminação no futebol brasileiro. Gramado, RS: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2000 .Trabalho apresentado no 8º Congresso de Educação Física e Ciências do Desporto dos Países de Língua Portuguesa. Lisboa: Faculdade de Motricidade Humana – Universidade Técnica de Lisboa em dezembro de 2000 e no VII Congresso Brasileiro de História da Educação Física, Esporte, Lazer e Dança.

5.     LEITÃO, Luiz Antônio; TUBINO, Manoel J. G. A moral e a ética do carrinho no futebol – Desábato. Revista Digital, Educación Física y Deportes, Buenos Aires, v. 8, n. 47, abril 2002. Disponível em: http://www.efdeportes.com. Acesso em: 9 maio 2005.

6.     DAOLIO, Jocimar. As contradições do futebol brasileiro. Revista Digital, Educación Física y Deportes, Buenos Aires, v. 3, n.10, maio 1998. Disponível em: http://www.efdeportes.com. Acesso em: 11 fev. 2005.

7.     MACHADO, A.A. Psicologia do esporte: temas emergentes I. São Paulo: Ápice, 1997.

8.     PERRUSI, Artur. Notas sobre violência e futebol. Disponível em: http://www.cchla.ufpb.br/caos/01-perrusi.html. Acesso em: 9 maio 2005.

9.     SILVA, Carlos Alberto Figueiredo da. Racismo para dentro e para fora: o caso Grafite – Desábato. Revista Digital, Educación Física y Deportes, Buenos Aires, v.10, n. 84, maio 2005. Disponível em: http://www.efdeportes.com. Acesso em 9 maio 2005.

10.  WERTHEIN, Jorge. Uma final sem vencedor. Jornal do Brasil, 24 de abril 2004. Disponível em: http://www.unesco.org.br/noticias/opiniao/artigow/2004/final_sem vencedor/mostra_documento> Acesso em: 19 abr. 2005.

11.  PIMENTA, Carlos Alberto Máximo. Violência entre as torcidas organizadas. Disponível em: htp://www.scielo.br/pdf/spp/v14n2/9795.pdf. Acesso em 14 jun. 2007.

12.  RECH, Sheila. A torcida no esporte: agressividade e violência. Psicologia do esporte e do exercício. Caxias do Sul, RS, junho de 2003. Psicodeporte.nu.

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: